By: Roberta Parentequarta-feira, 18 de junho de 2008
Liberdade de que?
Estar livre é estar comprometido
Via de regra, consigo mesmo.
Mas, muitas vezes, há um erro escondido
De ensaio e erros se vive
Semeando, plantando e podando a esmo...
E o que se acha livre, não passa de um escravo de si mesmo.
Estar livre é estar comprometido
Ter compromisso não é sinônimo de comprometimento.
Como gosto de analogias entre comidas e lições de vida
Aproveito agora o momento
No prato tradicional americano: ovos com bacon
Pode ver bem de perto a metáfora
O Porco e a galinha tem cada um uma função
Na elaboração da iguaria gastronômica uma lição.
A galinha tem o compromisso do ovo, que é só dar de si.
Mas, o pobre porco, para ser bacon, tem ir além.
Ele dá o seu tudo: a própria vida. Para o desjejum, ele se torna comida
Então, é assim, ele não tem compromisso.
Ele está realmente comprometido!
Autoria: Marcia. C.R.G. Ferreira
Via de regra, consigo mesmo.
Mas, muitas vezes, há um erro escondido
De ensaio e erros se vive
Semeando, plantando e podando a esmo...
E o que se acha livre, não passa de um escravo de si mesmo.
Estar livre é estar comprometido
Ter compromisso não é sinônimo de comprometimento.
Como gosto de analogias entre comidas e lições de vida
Aproveito agora o momento
No prato tradicional americano: ovos com bacon
Pode ver bem de perto a metáfora
O Porco e a galinha tem cada um uma função
Na elaboração da iguaria gastronômica uma lição.
A galinha tem o compromisso do ovo, que é só dar de si.
Mas, o pobre porco, para ser bacon, tem ir além.
Ele dá o seu tudo: a própria vida. Para o desjejum, ele se torna comida
Então, é assim, ele não tem compromisso.
Ele está realmente comprometido!
Autoria: Marcia. C.R.G. Ferreira
quinta-feira, 12 de junho de 2008
terça-feira, 10 de junho de 2008
Poesia bem escrita!!
Cegueira Bendita
Ando perdida nestes sonhos verdes
De ter nascido e não saber quem sou,
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou!
Não vejo nada, tudo é morto e vago…
E a minha alma cega, ao abandono
Faz-me lembrar o nenúfar dum lago´
Stendendo as asas brancas cor do sonho…
Ter dentro d´alma na luz de todo o mundo
E não ver nada nesse mar sem fundo
,Poetas meus irmãos, que triste sorte!…
E chamam-nos a nós Iluminados!
Pobres cegos sem culpas, sem pecados,
A sofrer pelos outros té à morte!
Florbela Espanca - Trocando olhares - 24/04/1917
Ando perdida nestes sonhos verdes
De ter nascido e não saber quem sou,
Ando ceguinha a tatear paredes
E nem ao menos sei quem me cegou!
Não vejo nada, tudo é morto e vago…
E a minha alma cega, ao abandono
Faz-me lembrar o nenúfar dum lago´
Stendendo as asas brancas cor do sonho…
Ter dentro d´alma na luz de todo o mundo
E não ver nada nesse mar sem fundo
,Poetas meus irmãos, que triste sorte!…
E chamam-nos a nós Iluminados!
Pobres cegos sem culpas, sem pecados,
A sofrer pelos outros té à morte!
Florbela Espanca - Trocando olhares - 24/04/1917
Proteção Materna
Teatro
Assinar:
Postagens (Atom)











